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As doenças e sua explicação Metafísica e Emocional – GRIPE OU RESFRIADO

CONFUSÃO INTERIOR – DESPREPARO PARA LIDAR COM AS MUDANÇAS – FALTA DE CONFIANÇA NO NOVO

A rigor não existe na medicina uma doença chamada gripe. Esse termo é comum para designar um resfriado. O resfriado é um processo infeccioso das vias aéreas respiratórias superiores causado pelo vírus “influenza”. Esse vírus não se restringe ao nariz, difunde-se por toda a circulação, provocando cansaço, indisposição e fadiga muscular.
Os casos de gripe geralmente ocorrem durante algum tipo de mudança. Podem não ser transformações significativas, basta ser uma situação inusitada, em que você se atrapalha para adaptar-se a nova dinâmica, ou ainda a simples perspectiva de mudança que o deixa amedrontado.
A maior agravante nessas situações é o apego ao passado.
Isso impede que a pessoa se dedique ao novo, permanecendo ligada às atividades corriqueiras. Esse procedimento é desgastante para o físico e o mental, causando uma baixa resistência, e conseqüentemente torna-o vulnerável ao contágio da gripe.
Quando a gripe se instala em seu organismo, demonstra que você está atravessando ou acabou de passar por um período de muita confusão interior. Esse estado é um somatório de pequenas coisas com as quais você não tem habilidade para lidar. Acaba por atropelar-se, querendo resolver tudo ao mesmo tempo. Não consegue manter uma dinâmica coerente com sua capacidade, extrapola os limites e fica estressado.
Somados a isso tudo, existem também os palpites e as especulações dos outros, que atrapalham ainda mais, porque você se deixa afetar por insinuações negativas acerca de algo que já é difícil para ser resolvido, aumentando ainda mais sua confusão interior. As pessoas “gripáveis” ou constantemente afetadas pelo vírus da gripe são as que se contagiam facilmente com a negatividade alheia, gerando uma atmosfera de pessimismo e derrotismo. Seu despreparo e falta de habilidade em lidar com a situação é que as tornam vulneráveis aos outros e, conseqüentemente, ao contágio do vírus.
A gripe surge como a expressão do desejo inconsciente de fuga, é um álibi perfeito para você se afastar das situações desagradáveis e conflitantes do cotidiano. A enfermidade requer repouso. Ê a pausa de que você precisa mas não se permite dar. Até o apetite é acentuadamente reduzido, demonstrando sua dificuldade em aceitar os novos episódios da vida. No íntimo, você já está “cansado de tudo”, não quer mais nada, só um tempo para a sua “cabeça” e para se refazer física e emocionalmente.
Só assim para você se dedicar mais a si mesmo. De outra forma, não descansaria enquanto não estivesse tudo na mais perfeita ordem. É de praxe cuidar de tudo e de todos menos de si mesmo. Agora é sua vez. Mesmo querendo fazer muitas coisas, seu corpo não tem mais energia, exige repouso.
Não espere chegar a esse ponto para atender às solicitações do corpo. Respeite seus limites físicos e mentais. Saiba se desprender do velho e abraçar o novo, confiante de que será bem-sucedido.
Além dos casos individuais de gripe, existem fases em que ela se torna coletiva. Obviamente o contágio e os fatores climáticos favorecem a epidemia, no entanto não se pode negar os fatores internos de cada pessoa, haja vista existirem nessa mesma época crises que afetam a sociedade desencadeando o mecanismo interior, que determina a vulnerabilidade metafísica para a gripe. Trata-se de períodos em que o negativismo social torna-se contagiante. Isso ocorre em face de alguma transição social, política ou econômica, que provoca a instabilidade e, conseqüentemente, uma série de dúvidas, medos e incertezas na população.
Os sintomas da gripe, como espirro, tosse, etc., apontam mais elementos sobre o estado interno. Convém você consultá-los para compreender ainda mais os conflitos emocionais que causaram essa moléstia.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto.

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As doenças e sua explicação Metafísica e Emocional – RINITE

ABALAR-SE PELAS CONFUSÕES DO AMBIENTE – NÃO SE PERMITIR ERRAR – ADOTAR UM COMPORTAMENTO EXEMPLAR

Inflamação da mucosa nasal, decorrente da ação de vírus, bactérias ou alérgenos.
Dentro de uma visão metafísica, a rinite está relacionada com o fato de a pessoa se abalar pela atmosfera do ambiente em que vive. Ela se irrita facilmente por qualquer coisa que acontece à sua volta, principalmente com a forma de os outros pensarem e agirem.
Numa fase de instabilidade financeira da família, atritos no lar e risco de separação dos pais, ocorre uma série de perturbações. Isso provoca medo e insegurança em relação ao futuro. Situações dessa natureza afetam qualquer pessoa. No entanto, aquele que tem rinite é quem mais sofre as conseqüências emocionais. A desestabilização interior reflete no corpo, tornando as fossas nasais vulneráveis às inflamações.
O isolamento é freqüente nas pessoas afetadas pela rinite. Elas geralmente não expressam o que sentem, fecham-se em seu mundo, demonstrando uma aparente indiferença ao que está acontecendo, quando, na verdade, a situação tempestuosa abala profundamente suas bases emocionais.
Geralmente se sentem culpados por tudo que acontece de ruim ao seu redor. E o caso, por exemplo, de uma criança cujos pais vivem em constantes atritos, sempre na eminência de uma separação, que só não ocorre por causa do filho. Ao sentir essa atmosfera, a criança se culpa pelos atritos dos pais. Não são todos os casos de rinite que estão associados à culpa. Algumas pessoas se rebelam contra os outros, tornando-se revoltadas.
Além desses fatores que afetam quem sofre de rinite, a causa metafísica do problema está no desejo de ser uma pessoa exemplar. Exige de si uma postura modelo perante aqueles que o cercam. Quer ser o melhor em tudo. Não se permite errar.
Costuma ser egocêntrico, deseja que tudo gire em torno de si e aspira ser o centro das atenções.
Existem algumas situações que propiciam o surgimento dessas condutas. Dentre elas se destaca o fato de ter sido o filho mais velho ou o filho único.
Na condição de filho mais velho, lhe é atribuída a responsabilidade sobre os irmãos. Isso costuma ser enfatizado pelos pais, com frases como: “Você não pode errar” e “Você tem que dar o exemplo para seus irmãos”.
No tocante a ser filho único, recai sobre ele a projeção dos pais de ser a chance do sucesso e da felicidade familiar. Geralmente os genitores insinuam que ele precisa ser o melhor entre os primos. Ao agirem assim, eles não percebem o mal que estão fazendo a seu filho. Projetar nele a oportunidade de obterem o reconhecimento por parte dos parentes reflete sua própria inadequação e inferioridade.
Vale lembrar que esses fatores influenciaram, porém não foram determinantes para que a pessoa se tornasse assim. Ela própria é a responsável por ter reagido desse modo frente às cobranças. Tudo que passou apenas reforçou nela a tendência a essa postura indevida que desencadeia a somatização da rinite.
Somente a própria pessoa pode avaliar o quanto sofre por essa atitude inadequada que assumiu na vida. Isso gera um excesso de expectativa, bem como uma sobrecarga de atividade, promovendo um grande desgaste físico e psíquico.
Para reverter esse processo é necessário mudar seus valores, abandonar certas crenças e deixar de se sentir o pivô das desditas alheias, como também parar com a mania de atribuir a si as melhores qualidades. Lembre-se: existe muita gente boa e até melhor do que você em certos aspectos, porém isso não deve fazê-lo sentir-se menor. Você é você e não precisa provar nada a ninguém. Apenas assuma essa postura de integridade e não dependa da aprovação dos outros.
Existem vários tipos de rinite, entre elas a aguda, a crônica e a alérgica. Cada uma delas tem uma peculiaridade física e metafísica, como segue.
Rinite aguda. E a manifestação habitual do resfriado comum. Em alguns casos os vírus causam a coriza comumente interpretada como o início de um resfriado; em outros, a rinite aguda é desencadeada por reações alérgicas.
O que caracteriza a postura interna da pessoa que desenvolve a rinite aguda são os pequenos machucados provenientes de seu meio, que geram crenças estereotipadas. Por exemplo: uma criança que presencia muitas discussões entre os pais ou irmãos pode desenvolver a crença de que a vida conjugal ou familiar é um constante atrito. Assim, quando ela vir a ter relacionamento afetivo, ou mesmo quando for constituir sua própria vida conjugai, desenvolverá os mesmos comportamentos dos pais, pois essa é a bagagem vinda da infância.
Outra situação muito comum na manifestação dessa rinite está relacionada à vida profissional. Ao sentir-se traída, a pessoa fica traumatizada. Quando começa a trabalhar numa nova empresa, fica alerta e desconfiada com os colegas. Para ela, a aproximação dos outros é encarada como uma “jogada” para prejudicá-la. Nessa fase, pode-se desenvolver a rinite aguda.
Rinite crônica. Provoca obstrução nasal com secreção muco-purulenta. Apresenta atrofia da mucosa e formação de crostas exalando mau cheiro. Outras causas da rinite crônica são a sinusite purulenta e o desvio do septo nasal.
Toda doença crônica está relacionada à persistência no padrão metafísico causador daquela disfunção orgânica. Assim sendo, a rinite crônica demonstra rigidez. A pessoa teima em manter as mesmas crenças desenvolvidas ao longo da vida. Não tem muita vontade de se relacionar com os outros, como se já estivesse cansada de ficar em constante alerta ao que pode acontecer no ambiente. O mau cheiro provocado por esse tipo de rinite demonstra o desejo inconsciente de distanciar os outros, ou ainda de se poupar das intrigas.
Rinite alérgica. E decorrente da união de um alérgeno do anticorpo específico na mucosa nasal, liberando substâncias que geram o aumento na produção de muco, inchaço da mucosa e vasodilatação. Clinicamente se observam obstrução, prurido e corrimento nasal, acompanhados de espirros, ronco e respiração bucal.
O principal alérgeno é o pó domiciliar. Raramente pêlos de animais e esporos de fungos são desencadeadores de crises alérgicas. Fatores externos, como mudanças bruscas de temperatura, poluentes, fumo e álcool, são agressões da mucosa respiratória, podendo agravar o quadro. O mecanismo de hipersensibilidade a esses alérgenos resulta na liberação de substância que estimula a produção de anticorpos.
No âmbito metafísico, toda alergia está relacionada a um estado de alerta às situações que se relacionam ao fator alérgeno. No caso da rinite alérgica, revela-se uma mania de perseguição que desencadeia na pessoa um constante estado de alerta ao que pode acontecer à sua volta. Toda a sua capacidade para solucionar prováveis contratempos é negada. Desse modo, os conflitos internos sobrepõem seu poder de agir diante das situações, fazendo-a sentir-se impotente.
Algumas características de comportamentos que você vem alimentando intensificam sua vulnerabilidade à manifestação da rinite alérgica, tais como: manter suas emoções bloqueadas, não expressar livremente o que sente, ficar retraído perante os outros e agir contrariamente às suas idéias. Tudo isso acentua ainda mais a insegurança e o medo em relação ao futuro ou ao desfecho de uma situação.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – SOLUÇO

ANSIEDADE E MEDO DO DESFECHO DE UMA SITUAÇÃO

O soluço é uma resposta anormal que não serve a nenhum propósito útil conhecido para o corpo. O soluço é uma inspiração rápida e involuntária causada pela contração espasmódica do diafragma (músculo responsável pelo mecanismo da respiração).
Metafisicamente o soluço é um medo juntamente com a ansiedade que surge quando se está diante de uma situação difícil de lidar. Pode ser um assunto que se inicia na mesa durante a refeição. Ao imaginar o rumo da conversa, você começa a soluçar, expressando por meio do soluço seu desejo de encerrar o assunto ou mudar o rumo da conversa antes que toquem nos pontos que lhe são cruciais.
Como o soluço se manifesta no diafragma, que mantém o ritmo respiratório e corresponde na metafísica à absorção e expressão da vida, é exatamente nele que se refletem o medo, a ansiedade ou a pressa em se colocar na situação. Isso provoca uma tensão nesse músculo, causando os espasmos típicos do soluço.
Ele pode ocorrer num momento em que você estiver sozinho, só pensando. Nesse caso, o que provoca o estado de medo ansioso são seus próprios pensamentos. Quando você está pensando em coisas que o deixam apavorado, começa a sentir uma agitação interior e quer parar de pensar naquilo. Tenta imaginar outras coisas, mas não consegue. Se você permanecer assim por algum tempo, isso pode causar o soluço.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – RONCO

TEIMOSIA – NÃO ABRIR MÃO DE SEUS VALORES OU PONTOS DE VISTA

O ronco é decorrente da vibração do ar ao passar pelos brônquios e traquéia, com secreção.
No âmbito metafísico, a pessoa que ronca permanece presa às velhas crenças. Insiste em mantê-las, criando argumentos para convencer os outros de que está com a razão. Não se trata apenas de um teimoso, mas alguém que julga ser dono da verdade.
O ronco pode se manifestar em qualquer idade. Até os jovens que fazem questão de impor seus pontos de vista a qualquer custo também roncam.
É complicado conversar sobre determinados assuntos com alguém que apresente esse perfil, pois ele quer ter sempre razão, não se abre para um diálogo consciencioso.
Além da teimosia e da inflexibilidade no diálogo, as pessoas que roncam geralmente são controladoras. Na insistência de manter o poder ou defender seu ponto de vista, não relaxam nem para dormir. Durante o sono mantêm registrada uma mensagem no subconsciente: “Preciso dormir, descansar, mas não posso largar mão da situação nem amolecer perante os outros”. Tudo isso provoca uma tensão que estimula a secreção na traquéia e brônquios, ou forma uma pequena saliência, causando o ronco.
A vibração causada no palato identifica bem a dificuldade de moldar-se aos fatos do cotidiano, que não correspondem ao modelo ideal de vida que traz consigo. Sua atitude endurecida na distinção entre o que gostaria e a realidade dos fatos é que estimula a secreção na região da garganta durante o sono, fazendo vibrar o palato e provocando o sonido desagradável do ronco.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – BOCEJO

MOBILIZAÇÃO ORGÂNICA PARA REFAZER-SE DO DESGASTE FÍSICO OU DA PERDA ENERGÉTICA – DESPRENDIMENTO DA NEGATIVIDADE AGREGADA

O bocejo aumenta a ventilação pulmonar, favorecendo o processo de troca gasosa. Na respiração normal, aparentemente nem todos os alvéolos dos pulmões são ventilados igualmente, alguns periodicamente se fecham e são abertos pela longa e profunda inspiração do bocejo.
Segundo a filosofia hindu, na molécula de oxigênio encontra-se agregada uma importante energia vital chamada prana”. Desse modo, o bocejo, que promove a “hiperventilação” pulmonar e maior absorção do ar inspirado, além de ser um importante mecanismo do corpo para repor as energias consumidas pelo esforço físico, também promove a captação energética e o desprendimento da negatividade agregada.
Quando nos encontramos cansados, após um longo dia de atividades, o organismo reage com o bocejo. Nesse caso ele é um sinal de que precisamos dormir para repor as energias consumidas no trabalho.
Algumas vezes bocejamos sem estarmos desgastados pelo esforço físico. Não são apenas as atividades que absorvem nossa energia. Podemos doar energia a uma pessoa doente, ou ainda ser sugados por alguém que se encontre com baixa vitalidade. Quando isso acontece, esse mecanismo de recarga é imediatamente acionado.
Doar energia para alguém adoecido é um gesto saudável. O doente está em conflito e num emaranhado psíquico, e ele não consegue por si só repor as energias necessárias para o restabelecimento de sua saúde e vitalidade.
No entanto, dar abertura para ser sugado energeticamente por alguém é ficar descompensado das forças necessárias para a realização de seus afazeres. Desprender energias para terceiros não vai resolver a condição deles; pode, sim, comprometer sua atuação na vida.
A baixa energética que você sofre por ter sido sugado reduz sua intensidade de atuação na vida. O empenho nas atividades é reduzido, e conseqüentemente seu aproveitamento é menor do que se você usasse todas as suas forças em prol de seus objetivos. Nesse caso, obteria melhores resultados do que permitir que os outros levem parte de suas energias sem pedir licença.
Isso ocorre porque nos identificamos com o problema dos outros. Mesmo nada podendo fazer, ficamos preocupados com a condição alheia e queremos de alguma forma ajudar. Essa postura, além de causar desgaste psíquico, abre os canais energéticos por onde se esvaem nossas forças. Queremos tanto colaborar que ficamos displicentes para com as nossas próprias coisas.
Essa atitude demonstra que damos mais importância aos outros do que a nós mesmos. O que nos leva a isso é a baixa estima e falta de amor-próprio. Quem se ama cuida de si e preserva a vitalidade, não fica envolvido com os problemas dos outros a ponto de esquecer os próprios desafios e comprometer seus afazeres.
Não aja de forma a beneficiar os outros e prejudicar a si. Não adianta ser bom para as pessoas e displicente para consigo. Desse modo, você não estará ajudando, mas sim se atrapalhando. A vida proporcionou-lhe condições físicas e energéticas, saiba aproveitá-las bem. Não permita que suas baterias energéticas sejam freqüentemente descarregadas. Quem pode estar precisando de você, nesse momento, é você mesmo.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – ESPIRRO

IMPULSO DE DEFESA CONTRA IDÉIAS OU ENERGIAS NEGATIVAS

O espirro pode ser descrito como uma espécie de tosse, que ocorre nas vias respiratórias superiores. Ele tem a finalidade de limpar a passagem do ar na região do nariz.
Essa região é sensível à identificação das substâncias absorvidas pelo ar. O organismo reage prontamente às invasões de vírus, bactérias e resíduos inalados. A primeira reação orgânica a essas interferências é o espirro.
Do mesmo modo, quando você está diante de pessoas negativas, e essas energias nocivas começam a envolvê-lo provocando um desconforto, ocorre uma predisposição metafísica ao espirro. Como o ponto de vista dos outros é completamente contrário ao seu e pode causar confusão interior, o sistema de defesa reage para expulsar essa sensação desagradável por meio do espirro.
Assim, portanto, o ato de espirrar representa um mecanismo de defesa, não somente de substâncias inaladas, mas também contra idéias, conceitos ou energias negativas que nos afetam, oriundas do ambiente, de nossa própria mente, das esferas extrafísicas ou do mundo espiritual.
Vamos compreender melhor cada um desses aspectos que nos afetam energeticamente.
No tocante às forças nocivas que procedem do ambiente, elas partem da matéria ao redor. Nos objetos são impregnadas as energias dos acontecimentos que os envolveram. Nosso contato com eles pode acionar o espirro. Nesse caso, o corpo sinaliza que estamos sendo envolvidos pelas forças negativas. Uma circunstância que expressa isso ocorre quando estamos mexendo em peças antigas ou em papéis velhos, e somos acometidos por espirros. Se não tivermos um histórico de alergia a pó, prevalece a causa metafísica desse sintoma: é a repulsa às energias existentes naquele material.
O mesmo ocorre se estivermos sendo bombardeados pelos pensamentos dos outros com intenções destrutivas, ou, como são conhecidos popularmente, “olho gordo” e “mau-olhado”. Quando isso acontece, acionamos nosso mecanismo de defesa e subitamente começamos a espirrar. Mesmo não tomando consciência desse ataque energético, nossa reação defensiva é acionada pelos níveis inconscientes.
O espirro pode ser acionado também por nossa própria mente. Ao imaginarmos situações negativas e começarmos a ser contagiados por elas, o organismo pode reagir com espirros. Infelizmente, o corpo não avisa todas as vezes que entra’ mos nas ondas de negatividade. Se fosse assim, espirraríamos com mais freqüência e não cultivaríamos pensamentos nocivos por tanto tempo.
Por fim, existem as interferências energéticas provenientes da esfera extrafísica. Estas afetam mais as pessoas que têm uma sensibilidade aguçada. Elas podem manifestar crises de espirros quando estão sendo assediadas por entidades espirituais maléficas. Assim que essas forças invadirem sua aura, suas defesas energéticas são acionadas e o corpo pode responder em forma de espirro, demonstrando a repulsa pelo que está captando.
Como podemos perceber, são tantas as condições metafísicas que levam a uma crise aguda de espirro que se torna difícil identificar a procedência dos conteúdos negativos que estão nos atingindo na hora do espirro. Assim, portanto, se você tiver vontade de espirrar, faça uso desse impulso físico, espirre, para intensificar o propósito de eliminar a negatividade.
Algumas pessoas têm o hábito de segurar o espirro. Isso revela uma dificuldade de se posicionar a seu favor. Quando estão sendo criticadas, elas não conseguem revidar as acusações, ficam caladas. De certa forma a educação formal induz esse comportamento. Ser sincero, falar as verdades, defender-se prontamente não são procedimentos simpáticos ao formalismo.
Para manter a saúde e o bem-estar é necessário administrar seus impulsos e não os reprimir.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – TOSSE

REPRESSÃO DOS IMPULSOS AGRESSIVOS – DESEJO DE ATACAR

A tosse é um reflexo de defesa para desobstruir as vias aéreas inferiores. É uma espécie de explosão que expele qualquer material estranho e muco agregados às vias respiratórias.
O ato de tossir está relacionado ao desejo inconsciente de eliminar as crenças e valores absorvidos ao longo da vida que provocam os conflitos internos. Ela surge normalmente como um sintoma de alguma doença respiratória, representando a necessidade de se desprender da confusão interior e o desejo de revidar as agressões sofridas que permaneceram reprimidas.
A manifestação desse sintoma demonstra que a pessoa está “explodindo” por dentro. Como essa explosão não é verbalizada, ela se manifesta em forma de tosse.
À medida que a pessoa for se desvencilhando desses conteúdos agregados interiormente, a tosse ameniza. Quando ela persistir, é porque a pessoa está resistindo em se desprender daquilo que a incomoda profundamente.
Aqueles que estão dispostos a se renovar adotam uma postura que favorece a liberação dos conteúdos nocivos e conseqüentemente abreviam a manifestação do sintoma da tosse.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto