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MEDO: Como me livro dele?

Ah, o medo. Este vilão, que te impede de prosseguir. Que te provoca palpitação e falta de ar. Que faz as tuas mãos suarem e te dá náuseas. Quem aqui pode dizer que nunca sentiu medo de alguma coisa?

Diariamente ouço dos meus clientes de Terapia Energética que se não houvesse o medo, todos os seus problemas estariam resolvidos. Mas será mesmo? Será que alguém conseguiria sobreviver muito tempo sem sentir medo?

Afinal de contas, o medo é inerente ao ser humano. Ele faz parte de um instinto de sobrevivência, que nos prepara para lutar ou para fugir. Sem essa injeção hormonal provocada pelo sistema do medo, não iríamos conseguir agilizar nosso complexo mecanismo cerebral para tomarmos decisões rápidas. Daí muitos podem pensar: “Que ótimo! O mundo seria mais calmo.”

Mas num planeta de dualidade como o nosso, sempre existe o outro lado da moeda. Em situações de risco, se não pudermos tomar decisões rapidamente, o índice de mortalidade aumentaria consideravelmente.

Você não consegue se livrar do medo, isto é fato. Porém, você pode treinar seu cérebro para que o medo não seja mais um empecilho na sua vida, para que ele não trave mais as suas ações.

“E como eu faço isso?”

Não existe uma receita de bolo. Tudo vai depender da forma como você interage com a realidade a sua volta. Existem exercícios respiratórios, exercícios de meditação, magias, simpatias, hipnoses… A gama de ferramentas que podem te auxiliar é grande.

Quer descobrir quais delas funcionam melhor com você?

Nós podemos te ajudar! Agende seu horário de Terapia Energética e embarque comigo nesta jornada rumo ao autoconhecimento 😉

Namastê!

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As doenças e sua explicação Metafísica e Emocional – GRIPE OU RESFRIADO

CONFUSÃO INTERIOR – DESPREPARO PARA LIDAR COM AS MUDANÇAS – FALTA DE CONFIANÇA NO NOVO

A rigor não existe na medicina uma doença chamada gripe. Esse termo é comum para designar um resfriado. O resfriado é um processo infeccioso das vias aéreas respiratórias superiores causado pelo vírus “influenza”. Esse vírus não se restringe ao nariz, difunde-se por toda a circulação, provocando cansaço, indisposição e fadiga muscular.
Os casos de gripe geralmente ocorrem durante algum tipo de mudança. Podem não ser transformações significativas, basta ser uma situação inusitada, em que você se atrapalha para adaptar-se a nova dinâmica, ou ainda a simples perspectiva de mudança que o deixa amedrontado.
A maior agravante nessas situações é o apego ao passado.
Isso impede que a pessoa se dedique ao novo, permanecendo ligada às atividades corriqueiras. Esse procedimento é desgastante para o físico e o mental, causando uma baixa resistência, e conseqüentemente torna-o vulnerável ao contágio da gripe.
Quando a gripe se instala em seu organismo, demonstra que você está atravessando ou acabou de passar por um período de muita confusão interior. Esse estado é um somatório de pequenas coisas com as quais você não tem habilidade para lidar. Acaba por atropelar-se, querendo resolver tudo ao mesmo tempo. Não consegue manter uma dinâmica coerente com sua capacidade, extrapola os limites e fica estressado.
Somados a isso tudo, existem também os palpites e as especulações dos outros, que atrapalham ainda mais, porque você se deixa afetar por insinuações negativas acerca de algo que já é difícil para ser resolvido, aumentando ainda mais sua confusão interior. As pessoas “gripáveis” ou constantemente afetadas pelo vírus da gripe são as que se contagiam facilmente com a negatividade alheia, gerando uma atmosfera de pessimismo e derrotismo. Seu despreparo e falta de habilidade em lidar com a situação é que as tornam vulneráveis aos outros e, conseqüentemente, ao contágio do vírus.
A gripe surge como a expressão do desejo inconsciente de fuga, é um álibi perfeito para você se afastar das situações desagradáveis e conflitantes do cotidiano. A enfermidade requer repouso. Ê a pausa de que você precisa mas não se permite dar. Até o apetite é acentuadamente reduzido, demonstrando sua dificuldade em aceitar os novos episódios da vida. No íntimo, você já está “cansado de tudo”, não quer mais nada, só um tempo para a sua “cabeça” e para se refazer física e emocionalmente.
Só assim para você se dedicar mais a si mesmo. De outra forma, não descansaria enquanto não estivesse tudo na mais perfeita ordem. É de praxe cuidar de tudo e de todos menos de si mesmo. Agora é sua vez. Mesmo querendo fazer muitas coisas, seu corpo não tem mais energia, exige repouso.
Não espere chegar a esse ponto para atender às solicitações do corpo. Respeite seus limites físicos e mentais. Saiba se desprender do velho e abraçar o novo, confiante de que será bem-sucedido.
Além dos casos individuais de gripe, existem fases em que ela se torna coletiva. Obviamente o contágio e os fatores climáticos favorecem a epidemia, no entanto não se pode negar os fatores internos de cada pessoa, haja vista existirem nessa mesma época crises que afetam a sociedade desencadeando o mecanismo interior, que determina a vulnerabilidade metafísica para a gripe. Trata-se de períodos em que o negativismo social torna-se contagiante. Isso ocorre em face de alguma transição social, política ou econômica, que provoca a instabilidade e, conseqüentemente, uma série de dúvidas, medos e incertezas na população.
Os sintomas da gripe, como espirro, tosse, etc., apontam mais elementos sobre o estado interno. Convém você consultá-los para compreender ainda mais os conflitos emocionais que causaram essa moléstia.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto.

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As doenças e sua explicação Metafísica e Emocional – RINITE

ABALAR-SE PELAS CONFUSÕES DO AMBIENTE – NÃO SE PERMITIR ERRAR – ADOTAR UM COMPORTAMENTO EXEMPLAR

Inflamação da mucosa nasal, decorrente da ação de vírus, bactérias ou alérgenos.
Dentro de uma visão metafísica, a rinite está relacionada com o fato de a pessoa se abalar pela atmosfera do ambiente em que vive. Ela se irrita facilmente por qualquer coisa que acontece à sua volta, principalmente com a forma de os outros pensarem e agirem.
Numa fase de instabilidade financeira da família, atritos no lar e risco de separação dos pais, ocorre uma série de perturbações. Isso provoca medo e insegurança em relação ao futuro. Situações dessa natureza afetam qualquer pessoa. No entanto, aquele que tem rinite é quem mais sofre as conseqüências emocionais. A desestabilização interior reflete no corpo, tornando as fossas nasais vulneráveis às inflamações.
O isolamento é freqüente nas pessoas afetadas pela rinite. Elas geralmente não expressam o que sentem, fecham-se em seu mundo, demonstrando uma aparente indiferença ao que está acontecendo, quando, na verdade, a situação tempestuosa abala profundamente suas bases emocionais.
Geralmente se sentem culpados por tudo que acontece de ruim ao seu redor. E o caso, por exemplo, de uma criança cujos pais vivem em constantes atritos, sempre na eminência de uma separação, que só não ocorre por causa do filho. Ao sentir essa atmosfera, a criança se culpa pelos atritos dos pais. Não são todos os casos de rinite que estão associados à culpa. Algumas pessoas se rebelam contra os outros, tornando-se revoltadas.
Além desses fatores que afetam quem sofre de rinite, a causa metafísica do problema está no desejo de ser uma pessoa exemplar. Exige de si uma postura modelo perante aqueles que o cercam. Quer ser o melhor em tudo. Não se permite errar.
Costuma ser egocêntrico, deseja que tudo gire em torno de si e aspira ser o centro das atenções.
Existem algumas situações que propiciam o surgimento dessas condutas. Dentre elas se destaca o fato de ter sido o filho mais velho ou o filho único.
Na condição de filho mais velho, lhe é atribuída a responsabilidade sobre os irmãos. Isso costuma ser enfatizado pelos pais, com frases como: “Você não pode errar” e “Você tem que dar o exemplo para seus irmãos”.
No tocante a ser filho único, recai sobre ele a projeção dos pais de ser a chance do sucesso e da felicidade familiar. Geralmente os genitores insinuam que ele precisa ser o melhor entre os primos. Ao agirem assim, eles não percebem o mal que estão fazendo a seu filho. Projetar nele a oportunidade de obterem o reconhecimento por parte dos parentes reflete sua própria inadequação e inferioridade.
Vale lembrar que esses fatores influenciaram, porém não foram determinantes para que a pessoa se tornasse assim. Ela própria é a responsável por ter reagido desse modo frente às cobranças. Tudo que passou apenas reforçou nela a tendência a essa postura indevida que desencadeia a somatização da rinite.
Somente a própria pessoa pode avaliar o quanto sofre por essa atitude inadequada que assumiu na vida. Isso gera um excesso de expectativa, bem como uma sobrecarga de atividade, promovendo um grande desgaste físico e psíquico.
Para reverter esse processo é necessário mudar seus valores, abandonar certas crenças e deixar de se sentir o pivô das desditas alheias, como também parar com a mania de atribuir a si as melhores qualidades. Lembre-se: existe muita gente boa e até melhor do que você em certos aspectos, porém isso não deve fazê-lo sentir-se menor. Você é você e não precisa provar nada a ninguém. Apenas assuma essa postura de integridade e não dependa da aprovação dos outros.
Existem vários tipos de rinite, entre elas a aguda, a crônica e a alérgica. Cada uma delas tem uma peculiaridade física e metafísica, como segue.
Rinite aguda. E a manifestação habitual do resfriado comum. Em alguns casos os vírus causam a coriza comumente interpretada como o início de um resfriado; em outros, a rinite aguda é desencadeada por reações alérgicas.
O que caracteriza a postura interna da pessoa que desenvolve a rinite aguda são os pequenos machucados provenientes de seu meio, que geram crenças estereotipadas. Por exemplo: uma criança que presencia muitas discussões entre os pais ou irmãos pode desenvolver a crença de que a vida conjugal ou familiar é um constante atrito. Assim, quando ela vir a ter relacionamento afetivo, ou mesmo quando for constituir sua própria vida conjugai, desenvolverá os mesmos comportamentos dos pais, pois essa é a bagagem vinda da infância.
Outra situação muito comum na manifestação dessa rinite está relacionada à vida profissional. Ao sentir-se traída, a pessoa fica traumatizada. Quando começa a trabalhar numa nova empresa, fica alerta e desconfiada com os colegas. Para ela, a aproximação dos outros é encarada como uma “jogada” para prejudicá-la. Nessa fase, pode-se desenvolver a rinite aguda.
Rinite crônica. Provoca obstrução nasal com secreção muco-purulenta. Apresenta atrofia da mucosa e formação de crostas exalando mau cheiro. Outras causas da rinite crônica são a sinusite purulenta e o desvio do septo nasal.
Toda doença crônica está relacionada à persistência no padrão metafísico causador daquela disfunção orgânica. Assim sendo, a rinite crônica demonstra rigidez. A pessoa teima em manter as mesmas crenças desenvolvidas ao longo da vida. Não tem muita vontade de se relacionar com os outros, como se já estivesse cansada de ficar em constante alerta ao que pode acontecer no ambiente. O mau cheiro provocado por esse tipo de rinite demonstra o desejo inconsciente de distanciar os outros, ou ainda de se poupar das intrigas.
Rinite alérgica. E decorrente da união de um alérgeno do anticorpo específico na mucosa nasal, liberando substâncias que geram o aumento na produção de muco, inchaço da mucosa e vasodilatação. Clinicamente se observam obstrução, prurido e corrimento nasal, acompanhados de espirros, ronco e respiração bucal.
O principal alérgeno é o pó domiciliar. Raramente pêlos de animais e esporos de fungos são desencadeadores de crises alérgicas. Fatores externos, como mudanças bruscas de temperatura, poluentes, fumo e álcool, são agressões da mucosa respiratória, podendo agravar o quadro. O mecanismo de hipersensibilidade a esses alérgenos resulta na liberação de substância que estimula a produção de anticorpos.
No âmbito metafísico, toda alergia está relacionada a um estado de alerta às situações que se relacionam ao fator alérgeno. No caso da rinite alérgica, revela-se uma mania de perseguição que desencadeia na pessoa um constante estado de alerta ao que pode acontecer à sua volta. Toda a sua capacidade para solucionar prováveis contratempos é negada. Desse modo, os conflitos internos sobrepõem seu poder de agir diante das situações, fazendo-a sentir-se impotente.
Algumas características de comportamentos que você vem alimentando intensificam sua vulnerabilidade à manifestação da rinite alérgica, tais como: manter suas emoções bloqueadas, não expressar livremente o que sente, ficar retraído perante os outros e agir contrariamente às suas idéias. Tudo isso acentua ainda mais a insegurança e o medo em relação ao futuro ou ao desfecho de uma situação.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – SOLUÇO

ANSIEDADE E MEDO DO DESFECHO DE UMA SITUAÇÃO

O soluço é uma resposta anormal que não serve a nenhum propósito útil conhecido para o corpo. O soluço é uma inspiração rápida e involuntária causada pela contração espasmódica do diafragma (músculo responsável pelo mecanismo da respiração).
Metafisicamente o soluço é um medo juntamente com a ansiedade que surge quando se está diante de uma situação difícil de lidar. Pode ser um assunto que se inicia na mesa durante a refeição. Ao imaginar o rumo da conversa, você começa a soluçar, expressando por meio do soluço seu desejo de encerrar o assunto ou mudar o rumo da conversa antes que toquem nos pontos que lhe são cruciais.
Como o soluço se manifesta no diafragma, que mantém o ritmo respiratório e corresponde na metafísica à absorção e expressão da vida, é exatamente nele que se refletem o medo, a ansiedade ou a pressa em se colocar na situação. Isso provoca uma tensão nesse músculo, causando os espasmos típicos do soluço.
Ele pode ocorrer num momento em que você estiver sozinho, só pensando. Nesse caso, o que provoca o estado de medo ansioso são seus próprios pensamentos. Quando você está pensando em coisas que o deixam apavorado, começa a sentir uma agitação interior e quer parar de pensar naquilo. Tenta imaginar outras coisas, mas não consegue. Se você permanecer assim por algum tempo, isso pode causar o soluço.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – RONCO

TEIMOSIA – NÃO ABRIR MÃO DE SEUS VALORES OU PONTOS DE VISTA

O ronco é decorrente da vibração do ar ao passar pelos brônquios e traquéia, com secreção.
No âmbito metafísico, a pessoa que ronca permanece presa às velhas crenças. Insiste em mantê-las, criando argumentos para convencer os outros de que está com a razão. Não se trata apenas de um teimoso, mas alguém que julga ser dono da verdade.
O ronco pode se manifestar em qualquer idade. Até os jovens que fazem questão de impor seus pontos de vista a qualquer custo também roncam.
É complicado conversar sobre determinados assuntos com alguém que apresente esse perfil, pois ele quer ter sempre razão, não se abre para um diálogo consciencioso.
Além da teimosia e da inflexibilidade no diálogo, as pessoas que roncam geralmente são controladoras. Na insistência de manter o poder ou defender seu ponto de vista, não relaxam nem para dormir. Durante o sono mantêm registrada uma mensagem no subconsciente: “Preciso dormir, descansar, mas não posso largar mão da situação nem amolecer perante os outros”. Tudo isso provoca uma tensão que estimula a secreção na traquéia e brônquios, ou forma uma pequena saliência, causando o ronco.
A vibração causada no palato identifica bem a dificuldade de moldar-se aos fatos do cotidiano, que não correspondem ao modelo ideal de vida que traz consigo. Sua atitude endurecida na distinção entre o que gostaria e a realidade dos fatos é que estimula a secreção na região da garganta durante o sono, fazendo vibrar o palato e provocando o sonido desagradável do ronco.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – BOCEJO

MOBILIZAÇÃO ORGÂNICA PARA REFAZER-SE DO DESGASTE FÍSICO OU DA PERDA ENERGÉTICA – DESPRENDIMENTO DA NEGATIVIDADE AGREGADA

O bocejo aumenta a ventilação pulmonar, favorecendo o processo de troca gasosa. Na respiração normal, aparentemente nem todos os alvéolos dos pulmões são ventilados igualmente, alguns periodicamente se fecham e são abertos pela longa e profunda inspiração do bocejo.
Segundo a filosofia hindu, na molécula de oxigênio encontra-se agregada uma importante energia vital chamada prana”. Desse modo, o bocejo, que promove a “hiperventilação” pulmonar e maior absorção do ar inspirado, além de ser um importante mecanismo do corpo para repor as energias consumidas pelo esforço físico, também promove a captação energética e o desprendimento da negatividade agregada.
Quando nos encontramos cansados, após um longo dia de atividades, o organismo reage com o bocejo. Nesse caso ele é um sinal de que precisamos dormir para repor as energias consumidas no trabalho.
Algumas vezes bocejamos sem estarmos desgastados pelo esforço físico. Não são apenas as atividades que absorvem nossa energia. Podemos doar energia a uma pessoa doente, ou ainda ser sugados por alguém que se encontre com baixa vitalidade. Quando isso acontece, esse mecanismo de recarga é imediatamente acionado.
Doar energia para alguém adoecido é um gesto saudável. O doente está em conflito e num emaranhado psíquico, e ele não consegue por si só repor as energias necessárias para o restabelecimento de sua saúde e vitalidade.
No entanto, dar abertura para ser sugado energeticamente por alguém é ficar descompensado das forças necessárias para a realização de seus afazeres. Desprender energias para terceiros não vai resolver a condição deles; pode, sim, comprometer sua atuação na vida.
A baixa energética que você sofre por ter sido sugado reduz sua intensidade de atuação na vida. O empenho nas atividades é reduzido, e conseqüentemente seu aproveitamento é menor do que se você usasse todas as suas forças em prol de seus objetivos. Nesse caso, obteria melhores resultados do que permitir que os outros levem parte de suas energias sem pedir licença.
Isso ocorre porque nos identificamos com o problema dos outros. Mesmo nada podendo fazer, ficamos preocupados com a condição alheia e queremos de alguma forma ajudar. Essa postura, além de causar desgaste psíquico, abre os canais energéticos por onde se esvaem nossas forças. Queremos tanto colaborar que ficamos displicentes para com as nossas próprias coisas.
Essa atitude demonstra que damos mais importância aos outros do que a nós mesmos. O que nos leva a isso é a baixa estima e falta de amor-próprio. Quem se ama cuida de si e preserva a vitalidade, não fica envolvido com os problemas dos outros a ponto de esquecer os próprios desafios e comprometer seus afazeres.
Não aja de forma a beneficiar os outros e prejudicar a si. Não adianta ser bom para as pessoas e displicente para consigo. Desse modo, você não estará ajudando, mas sim se atrapalhando. A vida proporcionou-lhe condições físicas e energéticas, saiba aproveitá-las bem. Não permita que suas baterias energéticas sejam freqüentemente descarregadas. Quem pode estar precisando de você, nesse momento, é você mesmo.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – ESPIRRO

IMPULSO DE DEFESA CONTRA IDÉIAS OU ENERGIAS NEGATIVAS

O espirro pode ser descrito como uma espécie de tosse, que ocorre nas vias respiratórias superiores. Ele tem a finalidade de limpar a passagem do ar na região do nariz.
Essa região é sensível à identificação das substâncias absorvidas pelo ar. O organismo reage prontamente às invasões de vírus, bactérias e resíduos inalados. A primeira reação orgânica a essas interferências é o espirro.
Do mesmo modo, quando você está diante de pessoas negativas, e essas energias nocivas começam a envolvê-lo provocando um desconforto, ocorre uma predisposição metafísica ao espirro. Como o ponto de vista dos outros é completamente contrário ao seu e pode causar confusão interior, o sistema de defesa reage para expulsar essa sensação desagradável por meio do espirro.
Assim, portanto, o ato de espirrar representa um mecanismo de defesa, não somente de substâncias inaladas, mas também contra idéias, conceitos ou energias negativas que nos afetam, oriundas do ambiente, de nossa própria mente, das esferas extrafísicas ou do mundo espiritual.
Vamos compreender melhor cada um desses aspectos que nos afetam energeticamente.
No tocante às forças nocivas que procedem do ambiente, elas partem da matéria ao redor. Nos objetos são impregnadas as energias dos acontecimentos que os envolveram. Nosso contato com eles pode acionar o espirro. Nesse caso, o corpo sinaliza que estamos sendo envolvidos pelas forças negativas. Uma circunstância que expressa isso ocorre quando estamos mexendo em peças antigas ou em papéis velhos, e somos acometidos por espirros. Se não tivermos um histórico de alergia a pó, prevalece a causa metafísica desse sintoma: é a repulsa às energias existentes naquele material.
O mesmo ocorre se estivermos sendo bombardeados pelos pensamentos dos outros com intenções destrutivas, ou, como são conhecidos popularmente, “olho gordo” e “mau-olhado”. Quando isso acontece, acionamos nosso mecanismo de defesa e subitamente começamos a espirrar. Mesmo não tomando consciência desse ataque energético, nossa reação defensiva é acionada pelos níveis inconscientes.
O espirro pode ser acionado também por nossa própria mente. Ao imaginarmos situações negativas e começarmos a ser contagiados por elas, o organismo pode reagir com espirros. Infelizmente, o corpo não avisa todas as vezes que entra’ mos nas ondas de negatividade. Se fosse assim, espirraríamos com mais freqüência e não cultivaríamos pensamentos nocivos por tanto tempo.
Por fim, existem as interferências energéticas provenientes da esfera extrafísica. Estas afetam mais as pessoas que têm uma sensibilidade aguçada. Elas podem manifestar crises de espirros quando estão sendo assediadas por entidades espirituais maléficas. Assim que essas forças invadirem sua aura, suas defesas energéticas são acionadas e o corpo pode responder em forma de espirro, demonstrando a repulsa pelo que está captando.
Como podemos perceber, são tantas as condições metafísicas que levam a uma crise aguda de espirro que se torna difícil identificar a procedência dos conteúdos negativos que estão nos atingindo na hora do espirro. Assim, portanto, se você tiver vontade de espirrar, faça uso desse impulso físico, espirre, para intensificar o propósito de eliminar a negatividade.
Algumas pessoas têm o hábito de segurar o espirro. Isso revela uma dificuldade de se posicionar a seu favor. Quando estão sendo criticadas, elas não conseguem revidar as acusações, ficam caladas. De certa forma a educação formal induz esse comportamento. Ser sincero, falar as verdades, defender-se prontamente não são procedimentos simpáticos ao formalismo.
Para manter a saúde e o bem-estar é necessário administrar seus impulsos e não os reprimir.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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Fenômenos da Respiração e sua explicação Metafísica e Emocional – TOSSE

REPRESSÃO DOS IMPULSOS AGRESSIVOS – DESEJO DE ATACAR

A tosse é um reflexo de defesa para desobstruir as vias aéreas inferiores. É uma espécie de explosão que expele qualquer material estranho e muco agregados às vias respiratórias.
O ato de tossir está relacionado ao desejo inconsciente de eliminar as crenças e valores absorvidos ao longo da vida que provocam os conflitos internos. Ela surge normalmente como um sintoma de alguma doença respiratória, representando a necessidade de se desprender da confusão interior e o desejo de revidar as agressões sofridas que permaneceram reprimidas.
A manifestação desse sintoma demonstra que a pessoa está “explodindo” por dentro. Como essa explosão não é verbalizada, ela se manifesta em forma de tosse.
À medida que a pessoa for se desvencilhando desses conteúdos agregados interiormente, a tosse ameniza. Quando ela persistir, é porque a pessoa está resistindo em se desprender daquilo que a incomoda profundamente.
Aqueles que estão dispostos a se renovar adotam uma postura que favorece a liberação dos conteúdos nocivos e conseqüentemente abreviam a manifestação do sintoma da tosse.

Trecho extraído do livro Metafísica da Saúde – volume 1, de Valcapelli & Gasparetto

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CIÊNCIA EXPLICA PORQUE RECLAMAR ALTERA NEGATIVAMENTE SEU CÉREBRO

Ouvir alguém reclamar, mesmo que seja você mesmo, nunca fez bem. Algumas pessoas dizem que reclamar pode agir como uma catarse, uma maneira de descarregar emoções e experiências negativas. Mas olhar com mais atenção ao que o ato de reclamar realmente faz para o cérebro nos dá motivos reais para lutar por um estado de espírito mais positivo e eliminar o mimimi de nossas vidas.

O cérebro é um órgão complexo que, de alguma forma, funciona em conjunto com a consciência para criar a personalidade de um ser humano, sempre aprendendo, sempre recriando e se regenerando. É ao mesmo tempo o produto da realidade e o criador da realidade, e a ciência está finalmente começando a entender como o cérebro cria a realidade.

Autor, cientista da computação e filósofo, Steven Parton examinou como as emoções negativas na forma de reclamações, tanto expressas por você mesmo ou vindas de outros, afetam o cérebro e o corpo, nos ajudando a entender por que algumas pessoas parecem não conseguir sair de um estado negativo.

Sua teoria sugere que a negatividade e a reclamação realmente alteram fisicamente a estrutura e função da mente e do corpo.

“Sinapses que disparam juntas, se mantém juntas”, diz Donald Hebb, que é uma maneira concisa de compreender a essência da neuroplasticidade, a ciência de como o cérebro constrói suas conexões com base em tudo a que é repetidamente exposto. Negatividade e reclamações irão reproduzir mais do mesmo, como essa teoria destaca.

neuron_synapseDonald Hebb explica ainda:

O princípio é simples: em todo o seu cérebro há uma coleção de sinapses (responsáveis por transmitir as informações de uma célula para outra) separadas por espaços vazios chamados de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara uma reação química através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte por onde um sinal elétrico pode atravessar, carregando a informação relevante do seu pensamento durante a descarga.
… toda vez que essa descarga elétrica é acionada, as sinapses se aproximam mais, a fim de diminuir a distância que a descarga elétrica precisa percorrer (…). O cérebro irá refazer seus próprios circuitos, alterando-se fisicamente para facilitar que as sinapses adequadas compartilhem a reação química e tornando mais fácil para o pensamento se propagar.“

Além disso, a compreensão desse processo inclui a ideia de que as ligações elétricas mais utilizadas pelo cérebro se tornarão mais curtas, portanto, escolhidas mais frequentemente pelo cérebro. Isso explica como a personalidade é alterada.

No entanto, como seres conscientes, temos o poder de modificar esse processo, simplesmente ao nos tornarmos conscientes de como o jogo universal da dualidade atua no momento em que surgem os pensamentos. Nós temos o poder de escolher criar pensamentos conscientes de amor e harmonia, garantindo, assim, que o cérebro e a personalidade sejam positivamente alterados.

A empatia e o efeito em grupo

Vamos além do efeito que a reclamação tem sobre o próprio indivíduo. Essa linha de raciocínio científico se estende até a dinâmica entre duas pessoas, explicando cientificamente como a reclamação joga outras pessoas para baixo.

Assim, quando alguém derrama um caminhão de fofocas, de negatividade e drama em cima de você, você pode ter certeza que está sendo afetado bioquimicamente, diminuindo as suas chances ser feliz. A exposição a esse tipo de explosão emocional realmente provoca estresse. E já sabemos que o estresse mata. Portanto, reclamação e negatividade podem contribuir seriamente para a sua morte precoce.

Parton refere-se a essa perspectiva como “a ciência da felicidade”, e este comportamento de reclamação contínua oferece um estudo propício para a ligação entre o poder do pensamento e a capacidade de controle que uma pessoa pode ter sobre a criação de sua realidade tridimensional.

“… Se você está sempre reclamando e menospreza o seu próprio poder sobre a realidade, você não pensa que tem o poder de mudar. E assim, você nunca vai mudar. “

Artigo extraído do site Terapeutas Quânticos e Holísticos , adaptado por WaysUP.

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O Sucesso e as 10 Coisas…

Todos os sites bombando com 10 dicas para o sucesso. 5 coisas que você precisa saber sobre. 7 coisas para fazer quando aquilo acontecer….

Não só o que fazer, mas quando fazer também é determinante para o sucesso. Muitas vezes a pergunta maior é o que devo fazer em seguida, quando na verdade deveria ser, o que eu posso fazer agora que torne as coisas mais fáceis e talvez desnecessárias no futuro?

Quando pensamos dessa forma começamos a ajustar nosso cérebro para que ele encontre a saída mais efetiva para os problemas. Ao agir de forma contrária, apenas fazendo listas e cumprindo-as (ou não) não enxergamos o todo da situação. Porém, um cuidado é muito importante nesse processo, quando falamos de sucesso, estamos falando de questões pessoais.

Duas pessoas não tem a mesma visão de sucesso. Essa palavra intangível e por alguns imaginada como inalcançável é mais abstrata que muitas outras. Aquilo que considero sucesso, pode não ser para você, dessa forma minhas prioridades e minha lista de coisas a fazer antes ou depois serão diferentes das suas.

Quantas listas de “o que você deve fazer antes de morrer” existem? O número exato eu não sei, mas todas incluem coisas parecidas como escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Nem todo mundo quer isso. A minha lista por exemplo teria uma série de itens antes de alguns desses, inclusive dos já citados.

Pense, se você quer ter sucesso, o que é sucesso na sua vida? Na sua história? Seus pais tiveram uma jornada em que sucesso significa algo dentro do contexto deles. Seus amigos, seus amores a mesma coisa. Por isso não precisa de 10 coisas a serem feitas para alcançar o sucesso, você precisa de uma só! Depois que fizer essa uma, fará outra uma, e viverá de sucesso em sucesso.
Por isso pergunto, qual a única coisa que você pode fazer agora, que deixará todas as outras mais fáceis ou desnecessárias? Se a resposta não aparecer, não se preocupe, o simples fato de perguntar já fez você andar no caminho do sucesso.

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3 Conselhos para ficar livre das doenças

Antes de ir aos conselhos propriamente ditos, é importante entender por que você fica doente:

Se você apresenta algum problema físico, é importante perceber qual aspecto da vida está deixando de fluir adequadamente. A doença é a manifestação dos conflitos interiores. Antes de ocorrer a somatização, a pessoa apresenta problemas de ordem emocional, como angústia, depressão, medo, etc. Essa condição interna é um aviso de que sua atuação na vida é inadequada a seu temperamento. Ela acusa a postura embaraçosa de alguém que está se boicotando em favor dos outros e se desviando de seu verdadeiro ser. Esse mecanismo existe para alertar e não para castigar. Desse modo você poderá perceber o mal que está fazendo para si mesmo. A partir do momento que há um reposicionamento interior, resgata-se a harmonia e consequentemente a saúde.

É você quem cria as condições propícias à manifestação das doenças. Da mesma forma, você também tem a capacidade de destruí-las e sarar. Talvez seja difícil conceber que você é a causa dos distúrbios da saúde, pois aprendeu erradamente que o corpo fica doente sem a sua participação. A metafísica vem mostrando que cada um é responsável por tudo que acontece em seu corpo.

Conselho nº 1: Remédios não tratam a causa da doença, apenas seus sintomas.

Uma vez já somatizada a doença, é preciso ter o acompanhamento médico para restabelecer o físico. Paralelamente ao uso de medicamentos, é necessário mudar as atitudes inadequadas que causam prejuízos emocionais e físicos.

Os remédios tratam o físico, fortalecem temporariamente o corpo e eliminam os sintomas. Mas, se você não mudar a condição interna que está gerando a doença, ela surge em outra área do organismo.

Conselho nº 2: Você possui todas as respostas.

Para encontrar as causas metafísicas das doenças não é necessário se pressionar, nem se obrigar a chegar à raiz do problema. Assim você estará indo contra si próprio, e isso abala ainda mais sua condição interna, agravando os sintomas físicos. A resposta surge naturalmente, basta olhar para si mesmo e tentar descobrir em que área da vida você não tem fluído bem. Observe o que está afetando sua estabilidade emocional e, finalmente, o que o leva a ficar nesse estado.

Conselho nº 3: A mudança é o caminho.

Você pode até ter razão por se sentir assim, no entanto isso não faz bem emocionalmente e afeta o corpo. Procure resgatar a serenidade, não se julgue nem se deixe afetar pelos julgamentos dos outros. Dê-se força, não se obrigue a nada, deixe a consciência agir sobre você. Admita o fato de não estar encarando a situação da melhor maneira, procure adotar uma nova postura de vida. Desse modo você estará resgatando sua integridade moral, conseqüentemente a dor física deixará de existir.

Fonte: Livro Metafísica da Saúde – Volume 1.

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Qual a importância dos Rituais de Passagem?

Durante muito tempo os ritos de passagem demarcaram as mudanças significativas de nossas vidas. Porém, nas sociedades em que vivemos, essas cerimônias perderam um pouco o seu valor simbólico. Saiba o porquê.

 

Casamento, batizado, aniversário de quinze anos ou uma formatura são cerimônias especiais que marcam as nossas vidas. Não à toa, registramos esses momentos através de vários álbuns de fotografias, que inundam nossas estantes de memórias queridas. São ocasiões tão importantes que, vez ou outra, recorremos às nossas fotos antigas para relembrarmos de todos aqueles minutos vividos e usufruídos. Muitos duram apenas algumas horas, mas estão cheios de valores simbólicos duradouros. Afinal, representam uma passagem de um estado a outro, como por exemplo, de solteiro a casado, de adolescente a adulto.

Essas ocasiões são chamadas de rituais de passagem, ou seja, cerimônias que sinalizam o reconhecimento social de um indivíduo perante a comunidade da qual faz parte. Existem vários ao longo da vida de uma pessoa; no meio de todos eles temos os mais comuns – como o ano novo e os aniversários; os mais esperados, como a formatura; e os mais específicos, como cerimoniais religiosos e até mesmo a troca de faixas nas artes marciais.

Os rituais de passagem sempre existiram em todas as culturas antigas ou contemporâneas, primitivas ou urbanas, acompanhando cada mudança de idade, de lugar, de estado ou de posição social. Mais que exigências culturais, os ritos são reivindicações da construção e da afirmação da identidade humana, frente ao que o mundo nos apresenta. Representa o momento em que passamos de um ciclo a outro e somos chamados a nos posicionarmos enquanto indivíduos no espaço social em que vivemos.

Entenda melhor: no judaísmo, por exemplo, quando um garoto completa 13 anos, atinge a maioridade religiosa e passa a ser responsável por cada um de seus atos.  Para marcar essa passagem, é celebrado o Bar-Mitzvah, uma cerimônia em que o jovem é chamado pela primeira vez para a leitura da Torah, o livro sagrado judeu. Esse ritual iniciático ocorre diante da comunidade para demonstrar a todos os presentes a mudança de status do garoto. É só a partir daí que a sociedade passa a olhá-lo de um modo diferente, como alguém possuidor de um novo lugar social, organizado e legitimado pela comunidade através de tal cerimônia.

A crise dos rituais

Infelizmente, nas sociedades modernas, a importância dos ritos de passagem se reduziu, alguns foram ignorados e outros deturpados. Perdeu-se o valor simbólico existente em um baile de debutante, momento que representava a transição da menina para o corpo de mulher. Era na celebração dos quinze anos que a garota depilava-se pela primeira vez, fazia a sobrancelha ou tinha o consentimento dos pais para namorar. Hoje em dia, nada disso é feito. A cerimônia, que antes marcava o início de uma nova posição, converteu-se em um momento de ostentação de poder aquisitivo, esvaziado de sentido e significação. Os valores de outrora perderam-se e festa de 15 anos não representa mais passagem para lugar nenhum.

Os rituais de passagem não têm mais o mesmo poder simbólico de antes. Tomando o batizado cristão como outro exemplo, poderíamos nos perguntar quantas pessoas que batizam os seus filhos são, realmente, cristãs. Quantas pretendem cumprir a promessa solene feita diante do seu sacerdote? Quem pretende manter a criança na fé dos seus antepassados? Obviamente, nas sociedades primitivas, tais promessas eram obrigações indiscutíveis e sagradas. Rompê-las era colocar em risco a própria sobrevivência da tribo como unidade coerente e coletiva.

A quase total ausência de ritos de passagem que suportem a construção de laços sociais e discursivos, ou seja, a falta de práticas que legitimam o sujeito em sua comunidade, pode ser pensada como uma das causas do grande número de jovens despreparados para as dificuldades da vida. Inadaptados à dura realidade do mundo, muitos preferem existir como eternas crianças ou adolescentes, por isso, não amadurecem de forma tranquila e saudável. Se antes a função das cerimônias era ajudar a organizar uma pertinência discursiva e social na mudança de uma idade a outra, com a perda de seu valor, encontramos jovens mais desorganizados e desamparados na realidade em que vivemos.

Sem rituais de passagem que cumpram a função de dispositivos sociais ordenadores, os jovens buscam substitutivos. Muitos partem para algumas transgressões, como por exemplo, o uso de drogas. Outros se ligam ao consumismo e, toda vez que compram um objeto atribuem um valor a ele até o substituir por outra coisa, conjugando, desse modo, de um imediatismo narcísico muito próprio da sociedade fragmentada da atualidade, ou seja, os indivíduos buscam suas identidades a partir dos objetos que consomem.

Se, por um lado, os rituais suportam significados, eles ajudam a dar um norte para o sujeito, uma vez que lhe conferem um lugar social e propagam valores a serem seguidos. Em contrapartida, os objetos frutos de nosso consumo são voláteis, portam valores temporários e não sustentam nenhuma estrutura simbólica.

Isso não significa que os rituais em si morreram completamente. De fato, vivemos em uma sociedade onde os valores que compartilhamos são mais diversificados. A forma como lidamos com o casamento, o batizado e demais cerimônias possui agora novos significados, formatos e espaços. Na contemporaneidade, os ritos de passagem estão distanciados do sagrado, são incapazes de cumprir as funções anteriores, mas, ainda assim, continuam presentes, embora sem as mesmas funções de antes.

Texto de Anabela Silva Queiroz, extraído do Portal iSaúdeBahia.

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Meu Santo não bate com o seu…

Já aconteceu de você olhar para uma pessoa e automaticamente não “ir com a cara dela”? Isso é mais comum do que você pensa! E você não precisa se culpar, achando que é preconceito da sua parte!

Descartando-se os fatores de aparência física (muitas vezes quando a aparência de alguém foge do considerado “comum” para seus olhos, um alarme de perigo é ativado no seu cérebro, que nada mais é do que o seu instinto de sobrevivência avisando para você tomar cuidado), a explicação para essa repulsão automática pode ter a ver com o campo eletromagnético que aquela pessoa possui.

Todos nós somos constituídos por milhares e milhares de átomos. Cada um deles possui um campo eletromagnético, que é uma das 4 forças atômicas que a ciência já descobriu. Todos os nossos átomos juntos formam, então, um campo de energia enorme ao nosso redor, que é popularmente conhecido como Aura.

Além da vibração dos nossos átomos, células, órgãos e tecidos, em nossa aura está presente também a vibração de tudo aquilo que ingerimos, sejam alimentos, bebidas, remédios… e daquilo que pensamos (as famosas formas-pensamento).

Por isso é tão importante cuidarmos nossa alimentação e nossos pensamentos! Porque se ingerimos alguma substância nociva ao nosso organismo, e da mesma forma se tivermos pensamentos destrutivos, toda essa energia gerada vai para a nossa aura, e acaba desequilibrando a energia daquilo que já está lá (átomos, células, órgãos e tecidos). Quanto maior for o desequilíbrio, mais difícil é de voltar ao normal. E esse desequilíbrio vai ficando cada vez mais evidente em nossa aura, como se fosse uma ferida, que se não for devidamente tratada, pode comprometer o funcionamento de alguma parte do nosso organismo, gerando as doenças.

Mas e o que é que isso tudo tem a ver com o meu Santo não bater com o de outra pessoa??? Simples! A sua aura é uma energia (mesmo que você não possa vê-la, existem equipamentos que conseguem medi-la e sua existência já foi cientificamente comprovada). E como todas as coisas formadas por energia, ela possui uma determinada vibração. Cada aura vibra numa frequência diferente, como se fosse a sua impressão digital energética.

Agora vamos à explicação propriamente dita: se a sua aura, que tem uma determinada vibração, encostar na aura de uma outra pessoa, que tenha uma vibração contrária, as duas vão se repelir, ou seja, você vai ter aquela famosa sensação de que o seu Santo “não bateu” com o daquela pessoa.

Cabe às suas outras faculdades cognitivas julgarem se você deve realmente se aproximar daquela pessoa ou não. Porque às vezes diferenças vibratórias não querem dizer que aquela pessoa vai te fazer mal. Ela pode simplesmente ter uma visão de vida completamente diferente da sua.

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Magia Simpática: as famosas Simpatias

Você já pensou sobre como surgiram as Simpatias? Qual o mistério que rodam tantas e tantas revistas, programas de tv, conversas pessoais … todas as pessoas sabem pelo menos uma simpatia sobre alguma coisa para te ensinar, você já percebeu?

Um dos temas mais impactantes da magia se encontra entre os de prática mais simples: a Magia Simpática, ou como é popularmente conhecida: Simpatia. A Magia Simpática pode ser considerada como a teoria e base prática da mágica através dos anos, como discutido abaixo.

Para poder definir o conceito de Magia Simpática devemos voltar há milhares de anos atrás, quando os primeiros homens que já não eram mais nômades começaram a habitar as cavernas. Sendo eles os responsáveis por domesticar plantas e animais, podemos dizer que eles foram os precurssores das primeiras culturas, tecnologias e também os responsáveis pela primeira relação que tivemos com o sagrado. Um exemplo claro são as pinturas rupestres encontradas nas cavernas onde viviam. Nelas, várias das pinturas têm conotações mágico-xamânicas, uma vez que para alguns pesquisadores tais pinturas podem ter sido criadas a fim de assegurar a caça (ao “capturar” o animal na pedra, asseguravam a sua captura no mundo real).

Acho muito interessante que aqueles homens nos deram um conhecimento tão básico, primitivo e natural que, apesar de sua simplicidade não significa que seja menos importante que a magia contemporânea, e que devido a sua praticidade e apego às leis da natureza, tornou-se um conceito mundialmente conhecido e que não mudou ao longo dos anos: “semelhante atrai semelhante”.

A Lei da Semelhança tem sido amplamente utilizada por todas as culturas ao redor do mundo, e sua aplicação tem sido chamada de magia imitativa, que manteria certa relação com os princípios da homeopatia (um dos fundamentos da homeopatia é de que “semelhante cura semelhante” ou “similia similibus curantur” e argumenta que o que causa uma doença também pode ser usado para curá-la). É claro que isso não significa que os princípios da terapia homeopática se reduzem simplesmente à Magia Simpática. Entretanto, é interessante notar que até mesmo no campo da medicina há uma ideia de uma conexão entre similares.

Existe simpatia para tudo! Para arranjar emprego, casar, não ficar doente, contra mau olhado… Basta uma simples pesquisa! Não nos cabe aqui neste espaço atestar a funcionalidade das simpatias, e sim informar que este é um conhecimento antigo e que está à disposição para ser utilizado, conforme a vontade de cada um. O uso de simpatias é por sua conta e risco, ok?!

E lembre-se sempre: jamais faça algo para alguém que você não gostaria que fosse feito para você 😉

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Astrologia Funciona?

Desde os primeiros séculos, os homens acreditavam que o sol, a lua, os planetas e as estrelas têm exercido uma certa influência sobre a vida humana. Nos dias de hoje, a maioria das pessoas se contentam em rir de tal crença, sem saber nada sobre isso.

A idéia de que Saturno, em sua órbita ridiculamente distante da Terra, pudesse interferir na forma como organizamos nossa vida pode parecer mera superstição, mas qualquer um que se dê ao trabalho de fazer um estudo cuidadoso e imparcial de astrologia, vai descobrir muita coisa que não pode ser simplesmente descartada.

No livro O Lado Oculto das Coisas, Leadbeater faz a seguinte reflexão, sobre a influência dos planetas:

“A explicação talvez se encontre na circunstância de que, assim como o movimento dos ponteiros de um relógio indica a passagem do tempo, conquanto lhe não seja a causa, da mesma forma os movimentos dos astros indicam a predominância de certas influências, sem absolutamente serem responsáveis por elas.”

Em lugar de imaginar que Marte, Vênus, ou qualquer outro planeta (em astrologia inclusive a Lua e o Sol são considerados planetas) pudessem afetar nossa personalidade ou nossa percepção do mundo, o texto sugere outra hipótese: a de que não apenas Marte nos afetava, mas sim que ambos sofrêssemos influência das energias do nosso sistema solar. Partindo do pressuposto de que os ciclos lunares e as forças da natureza (estações) interferem nos ciclos do nosso organismo, o que já está comprovado cientificamente, saber que os planetas, assim como nós, somos influenciados pelo sistema solar como um todo é perfeitamente aceitável.

Leadbeater reforça essa ideia em outra passagem:

“O estudo do oculto encara o sistema solar, em toda a sua vasta complexidade, como a manifestação parcial de um grande Ser vivente, e todas as suas partes como aspectos dessa manifestação. (…) Todos os constituintes físicos do sistema solar (…) – tudo isso, coletivamente, é o Seu corpo físico (…) Cada átomo de cada mundo é um centro através do qual Ele é consciente, e, portanto, não só é verdade que Deus é onipresente, senão também que Deus está em tudo. “

Se você acompanhou até aqui, respire fundo, relaxe, e se concentre neste próximo parágrafo, que é um pouco mais denso:

Podemos imaginar como os ciclos refletidos pelos planetas podem se relacionar com nosso desenvolvimento. A linha de raciocínio é mais ou menos assim: a partir do momento em que nascemos, passamos por várias etapas de desenvolvimento físico, intelectual e emocional que já foram bastante estudadas por médicos, psicólogos e educadores. As influências externas – amigos, sociedade, escola, clima com muito ou pouco sol – são vitais em cada etapa desse desenvolvimento. Pegando como exemplo Urano, que tem um movimento de translação de aproximadamente 84 anos, nota-se que isso significa 12 períodos de aproximadamente 7 anos. Não precisa de muita ajuda do Google para ver que existem inúmeras teorias que dividem nosso desenvolvimento em períodos dessa duração. Se o movimento de Urano espelha um determinado ciclo energético do logos solar, podemos fazer uma analogia entre as fases desse ciclo e os 12 signos do zodíaco. Assim, nos primeiros 7 anos de vida, uma criança teria uma influência mais ou menos constante desse aspecto do ciclo representado por Urano, e essa influência teria grandes probabilidades de se converter em alguma característica observável. Essa característica observada pode então ser “atribuída” a essa combinação de planeta e signo. Em outras palavras, Urano estar em um determinado signo no momento em que a criança nasce não “determina” uma característica, mas dá um bom indicativo do tipo de influência que essa criança receberá no início de seu desenvolvimento. A analogia pode ser estendida para outros planetas e aspectos da astrologia, ou a outros momentos da vida de uma pessoa.

A ciência atual chama a Astrologia de pseudociência. Por pseudociência entende-se: é uma reivindicação, crença ou prática que se apresenta como científica, mas não adere a um método científico válido, carece de provas ou plausibilidade, não podendo ser confiavelmente testado.

Sem dúvida existem informações disponíveis na internet totalmente descabidas de propósito, mas também pode-se encontrar uma grande quantidade de informações precisas, grande demais para ser razoavelmente atribuída a uma coincidência.  Cabe a cada um ir atrás dessas informações, testá-las e conferir sua veracidade.

Você pode iniciar sua busca fazendo alguns testes bastante simples: Imprimir o seu mapa astral e o de algumas as pessoas que você conheça bem (e tenha o horário de nascimento) e checar se as características e tendências que podem ser detectadas nos mapas se refletiram nas pessoas que estão ali representadas.  Existem diversos sites e aplicativos disponíveis na internet para você criar seu mapa astral. Pesquise, busque! Tenha uma ótima jornada!

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Festa junina pelo mundo, conheça as tradições e simbologias

Famosas desde a Idade Média na Europa, as festas juninas celebravam, originalmente, o solstício de verão.

Três santos e um mês de muitas tradições. Quando junho surge nos calendários, logo a imagem de bandeirinhas, caipiras, fogueiras e balões se apoderam do imaginário popular. Famosas desde a Idade Média na Europa, as festas juninas celebravam, originalmente, o solstício de verão (de inverno no Brasil). Só mais tarde a igreja católica instituiu as celebrações de São João, São Pedro e Santo Antônio nas devidas datas.

No Brasil, a cultura das festas juninas foi disseminada pelos colonos portugueses. Deles herdamos o costume dos fogos de artifício e o gosto por uma infinidade de comes e bebes. A culinária junina brasileira abrange receitas de norte a sul do País. Porém, a apoteose das festividades é a quadrilha caipira. A dança, embalada principalmente pelo acordeão, incorpora movimentos brasileiros típicos aos passos de dança importados da Europa. Em Portugal, o clima é próximo dos carnavais da Bahia. Há música por todos os lados, as pessoas se aglomeram nas ruas, por vezes realizam até casamentos coletivos em celebração a Santo Antônio.

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Outros países europeus também dão grande importância às comemorações. Na Suécia, as festas juninas têm mais relevância que o Natal. Lá a população migra para o interior, onde realiza seus costumes. A dança típica em torno de um mastro e os banquetes de morangos e batatas recém-colhidas estão entre as principais tradições suecas dessa época.

A Ucrânia é o país que tem as celebrações mais prolongadas. Coroas de flores são usadas como adereços típicos. É dos ucranianos o costume de pular a fogueira. Também na Polônia as festas juninas se aproximam das ucranianas. O foco das celebrações é a aproximação do verão. Comemoram a vitalidade da natureza, a fertilidade. Para encerrar as festas, os poloneses mergulham nos rios e lagos das cidades.

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Na França, o espetáculo fica por conta da enorme fogueira de São João. Vinhos e queijos são o foco da culinária festiva. E o mais interessante é a possibilidade de participar ou acompanhar uma quadrilha nos passos originais.

Símbolos da Festa Junina

Fogueira: Representa proteção contra os maus espíritos, acredita-se purificar o local e sinal de agradecimentos aos santos.

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Fogos de artifícios: Leva para longe os maus espíritos.

Casamento: Acredita-se que o casamento simboliza uma homenagem a uma jovem francesa, que ficou grávida e foi obrigada a casar.

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Mastro: Outro símbolo que está relacionado com a fé, o mastro está ligado aos cultos agrários, onde eram realizados agradecimentos à fecundação das sementes.

Quadrilha: Dança típica francesa, tem o significado de agradecimento aos santos juninos que são: Santo Antônio, São João e São Pedro. Aqui no Brasil a quadrilha ficou popular e atualmente é dançada ao ar livre.

Pau de Sebo: É um mastro untado de sebo com um prêmio no topo, para quem alcançar.

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Lavagem do santo: Normalmente é feito antes da meia noite, a imagem é molhada num lago ou riacho com uma bacia d’agua, logo após banha-se as mãos, pés ou outra parte do corpo para buscar proteção divina.

Bandeirinhas: No início das comemorações da Festa Junina os desenhos de santos ou frases religiosas eram lugar certo nas bandeirinhas, hoje vemos apenas cores nada mais.

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Simpatias: Como de costume essa época do ano atrai muitas pessoas que acreditam e buscam simpatias, principalmente para trazer sorte no amor.

Fonte: Portal Mundo das Tribos
www.mundodastribos.com

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Os Chakras e a Sua Saúde

Cada chakra tem uma função específica e se relaciona diretamente a aspectos emocionais positivos. E assim, o chakra raiz está ligado aos sentimentos de segurança; o solar, à liberdade; o cardíaco, ao amor etc. Mas cada um desses centros energéticos, quando em desarmonia, desperta emoções, por assim dizer, não tão nobres.

Reconhecer esta emoção negativa e o chakra correspondente a ela é fundamental para evitar males para o organismo como um todo. Isto porque quando um chakra está fora de sintonia, automaticamente, desarmoniza os demais. A explicação é simples: como estes centros de energia estão ligados entre si, um segundo chakra tentará suprir a energia que está deficiente no primeiro. Essa ação paliativa fará com que ele fique sobrecarregado, aumentando o desequilíbrio.

Se a causa da desarmonia não for curada, os outros chakras serão afetados, acarretando doenças físicas e emocionais. Por isso, quando um chakra for ativado, devemos sempre trabalhá-los em conjunto. Primeiro, a atuação será focada no centro causador do desequilíbrio, depois que este demonstrar que foi curado, o trabalho de harmonização será nos demais. Acompanhe a seguir, características de cada chakra, sua emoção correspondente e aproveite para aprender algumas dicas de como reequilibrá-lo.

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Chakra base: medo de tudo

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Características gerais: este chakra está relacionado à sustentação. Quando está em desarmonia, a pessoa não se sente segura. Surge, então, o medo do desconhecido, o medo do que pode te acontecer, a insegurança. A energia deste chakra rege as glândulas supra-renais, coluna vertebral e os rins.

Problemas de saúde relacionados: ciática, varizes, tumores retais ou câncer.

Dica de harmonização: Como muitas vezes, as emoções negativas são anteriores à nossa consciência, é sempre bom mentalizar a seguinte frase: Eu tenho direito de estar aqui.

Chakra sacro: o peso da culpa

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Características gerais: o chakra da sexualidade rege as glândulas e órgãos sexuais e o sistema reprodutor. O sentimento negativo predominante deste chakra é a culpa. A cultura ocidental tem certos preconceitos quanto ao desejo e o ato sexual, por isso vários distúrbios são manifestados no chakra laranja.

Problemas de saúde relacionados: disfunções sexuais, distúrbios no aparelho reprodutor, alergias, problemas de pele, hemorróidas, excessos na alimentação.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de sentir”.

Chakra esplênico: que vergonha!

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Características gerais: este chakra está ligado ao desejo de firmar-se em grupo. Por isso, a vergonha é a sua emoção negativa. A pessoa deixa de agir por vergonha, seja do erro, do fracasso ou do que os outros podem pensar. A área de influência deste chakra é o sistema digestivo, estômago, fígado, pâncreas, a vesícula biliar e o sistema nervoso.

Problemas de saúde relacionados: má digestão, ansiedade, diabetes, problemas de fígado e de pâncreas, úlceras, hérnia de hiato, gastrites, cálculos de vesícula.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de agir”.

Chakra cardíaco: baixo astral

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Características gerais: é o centro enérgico do amor. Quando está desequilibrado, cede lugar para a tristeza, mágoas e ressentimentos, que vão minando aos poucos a força redentora deste chakra. Rege a glândula timo, coração, sangue e sistema circulatório.

Problemas de saúde relacionados: doenças cardíacas, problemas em veias e vasos, distúrbios circulatórios e pressão, problemas pulmonares, asma, bronquites, depressões, angústias, constipação intestinal são distúrbios comuns quando o chakra está deficiente.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de amar e ser amado”.

Chakra laríngeo: a mentira tem perna curta

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Características gerais: este chakra governa a comunicação e a expressão com o mundo. Por isso, quando está fora de sintonia, a pessoa pode ter dificuldades de expressar seus sentimentos e emoções, chegando até a mentir. Este centro energético governa a glândula tireóide, pulmões, brônquios, voz e tratamento digestivo.

Problemas de saúde relacionados: doenças da garganta, laringite, faringite, problemas de tireóide e paratireóide, doenças mentais, depressão, problemas de coluna cervical, de dentes, distúrbios da fala, calo das cordas vocais, doenças nervosas e fobias.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de falar e ouvir a verdade”.

Chakra frontal: olhos fechados

frontal

Características gerais: o chakra do intelecto em desarmonia pode desencadear a ilusão, ou seja, a falta do conhecimento verdadeiro a respeito de si mesmo e do mundo. O quinto chakra rege o ouvido, nariz, maxilar superior, seios da face e parte do cérebro.

Problemas de saúde relacionados: rinites, sinusites, alergias, enxaqueca, problemas de ouvido, surdez, problemas dos olhos, cegueira, catarata, insanidade, depressão, rigidez, insônia, pesadelos são distúrbios criados neste centro de energia desalinhado.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de ver”.

Chakra coronário: espírito fraco

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Características gerais: o portal da espiritualidade, quando está desarmônico fica fechado. Sem esta conexão, a pessoa passará a sentir agonia pela falta de entendimento da verdadeira dimensão do ser. A energia deste chakra se relaciona com a glândula hipófise, sistema imunológico (baço), e governa a parte superior do cérebro, olhos, ouvido e sistema endócrino.

Problemas de saúde relacionados: quadros de depressão e insônia, problemas endócrinos, tumores, inflamações dos nervos, problemas nos ouvidos e nos olhos, insanidade, problemas imunológicos e envelhecimento precoce.

Dica de harmonização: mentalize a seguinte frase positiva “eu tenho o direito de saber”.

Agora que você conhece um pouco mais os chakras, suas funções e disfunções, preste atenção em si mesmo. Pare uns minutos do seu dia para refletir, para saber o que as suas emoções querem dizer realmente. Descobrir o recado que algumas doenças mandam é um exercício de auto-conhecimento, além de meio caminho em direção à cura.

Texto de Renata Guerra
Fonte: Portal Tríada – www.triada.com.br

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Chacra Esplênico e Chacra Sexual: eles não são a mesma coisa

O chacra gênito-urinário é conhecido por vários nomes, dependendo da doutrina ou movimento espiritualista que o mencione.

Os iogues o chamam de Swadhistana (do sânscrito, morada do sol – ou morada do eu).

Sinonímias: chacra do baixo ventre, chacra sacro, chacra sagrado, chacra sexual, e outros.

No Japão ele é considerado como um núcleo de energia dentro da região do Hara (do japonês, parte inferior da barriga).

Na China esse centro é associado a região do Tan Tien inferior (do chinês, ching, essência vital – ou esfera do elixir interior, centro de captação de chi, a forca vital.

Na verdade, a função deste chacra ultrapassa em muito a função genital. Ele também controla as vias urinárias e as gônadas (glândulas endócrinas: testículos no homem; ovários na mulher) e é responsável pela vitalização do feto em formação, função essa que divide com o chacra básico. Aliás, a ligação desses dois chacras é estreita demais. Isso se deve ao fato de que parte da energia kundalini* é veiculada do básico para dentro do chacra sacro. É por esse fator que alguns tibetanos consideram esses dois chacras como um único centro.

Devido à sua intensa atuação energética na área genital, o chacra sacro normalmente é suprimido por várias doutrinas espiritualistas ocidentais, muito presas a condicionamentos antigos sobre sexualidade.

Muitas delas colocam o chacra esplênico em seu lugar. O motivo disso é simplesmente o tabu em relação à questão sexual. É um absurdo, mas alguns autores de livros chegam a trocar o nome dos dois chacras, chamando o esplênico de sacro – ou o sacro de chacra do baço. Alguns chegam mesmo a tirar o bija-mantra** do sacro e colocá-lo no baço (que nem mesmo tem bija-mantra em sânscrito).

Os orientais não sofreram a repressão sexual imposta aqui no Ocidente pelo Cristianismo. Então não hesitaram em classificar o chacra sexual como um dos principais centros de força do campo energético. Porém, consideraram o chacra do baço apenas como um centro de força secundário. É por isso que eles falam apenas em sete chacras principais.

Aqui no Ocidente, também se fala de sete chacras principais, mas costumam exonerar o chacra sexual da classificação e colocar em seu lugar o chacra do baço.

O chacra do baço é importante na questão da absorção de vitalidade para o corpo, mas não é um dos centros principais. É apenas um repositor energético que ajuda o chacra cardíaco a distribuir a energia pela circulação do sangue. Por isso, ele nem mesmo é mencionado na tradição iogue como um centro importante.

No corpo físico o baço é uma víscera situada ao lado esquerdo do estômago, logo abaixo das costelas esquerdas. Retém células mortas da corrente sanguínea e as destrói. Também produz glóbulos vermelhos e brancos e transporta nutrientes para as células, via corrente sanguínea. Na medicina chinesa, ele é considerado junto com o estômago como um órgão só, associado ao elemento terra.

Aqui no Ocidente, quem divulgou mais a questão do chacra do baço foi Charles Webster Leadbeater, discípulo de Blavatsky, colega de Annie Wood Besant e seu colaborador direto na condução da Sociedade Teosófica nas primeiras três décadas do século 20.

Ele era um clarividente respeitável e muito competente. Por conta do que via nos planos extrafísicos, escreveu dezenas de livros (“A Clarividência”; “O Que Há Além da Morte”; “O Lado Oculto das Coisas”; “Os Chacras”, e outros).

No entanto, ele tinha vários problemas em relação à sexualidade, talvez pelo fato de ter sido reverendo. Por esse motivo, ele suprimiu o estudo em cima do chacra sexual (ele dizia que era um centro perigoso para o desenvolvimento espiritual da pessoa), e colocou em seu lugar o chacra esplênico. A partir dele, outros autores ocidentais tomaram a mesma postura, esquecendo-se de que o chacra do baixo ventre não é meramente um chacra de ativação da energia sexual, mas, também, um centro gerador e plasmador de vida, pois é por sua ação (conjugada com o chacra básico) que o feto é energizado e desenvolve-se. E é o controlador das vias urinárias (não é à toa que na tradição iogue ele está relacionado ao elemento água).

Resumindo: O chacra sacro é no baixo ventre. O chacra esplênico (derivado do inglês, spleen, baço) é em cima do baço. São chacras diferentes mesmo.

Obs.: Há muito mais chacras do que os sete principais.

Há chacras secundários nas palmas das mãos, plantas dos pés, pulmões, fígado, estômago, orelhas, mandíbulas, ombros, joelhos, entre as escápulas (omoplatas) e espalhados por todo corpo. E, em escala menor, pode-se dizer que para cada poro do corpo há um pequeno chacra em correlação direta no campo áurico correspondente.

Há muito mais a considerar, tanto na parte teórica, como na parte prática de exercícios ativadores dos chacras…. As variações das cores dos chacras, o número de pétalas – raios -, suas funções vitais, os parachacras – chacras do corpo espiritual -, o ectoplasma, enfim, há muito a estudar nessa área…

Paz e Luz!

– Notas:

* Kundalini – do sânscrito, enroscada – ou fogo serpentino – é a energia que entra no campo energético por intermédio do chacra básico.

É também chamada genericamente aqui no Ocidente de energia telúrica – energia da terra – ou geoenergia. Contudo, essa definição ocidental é muito pobre, pois os orientais, notadamente os antigos hindus, tibetanos e taoístas chineses, aprofundaram-se bastante no estudo dessa energia.

Há muito mistério em cima desse tema, principalmente por parte de gnósticos e iogues. Há também muita leviandade e ignorância das pessoas quando falam nisso. Alguns acham que isso é como “acender um foguete no traseiro” – para decolar espiritualmente.

Outros querem o despertar da kundalini sem sequer conhecerem o mecanismo dos chacras e dos nádis (canais energéticos). Mas, os piores são aqueles que querem tratar disso sem nenhum amor ou crescimento espiritual compatível com tal empreitada consciencial.

Obs.: Muitos autores retrógrados costumam dizer que estudar e ativar os chacras é algo perigoso (é a mesma história em relação às experiências fora do corpo). Na verdade, perigoso é segurar informação e prendê-la dentro de um grupo fechado, pois assim o resto da humanidade fica na ignorância, o verdadeiro perigo disso tudo.

O perigo é querer envolver-se nesses assuntos de maneira egoísta ou leviana. Porém, quem quer crescer e sente em seu íntimo o chamado da espiritualidade em direção à maturidade consciencial, deve ir fundo, sem temor ou repressão de doutrinas, pessoas, institutos ou esquemas bolorentos de bloqueio de informação. O potencial está dentro de nós mesmos, adormecido, esperando nossa resolução consciencial.

Chega de inércia! Isso é que é Maya (do sânscrito, ilusão). Que as Potências Espirituais Superiores possam inspirar-nos no despertar de nossa própria divindade!

** Bija-Mantra – mantra-semente; núcleo energético de um mantra.

 

Autor: Wagner Borges
Fonte: IPPB – ippb.org.br

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Vidas Passadas ou Hologramas?

Aqui temos um aspecto diretamente influenciável pelas nossas crenças na questão de memória celular e padrões mentais, que se aplica no falso entendimento de vidas passadas. Pela experiência que tenho em terapias, pude constatar que muitas pessoas possuem, holograficamente inseridos, parâmetros de encarnações que não são dela, mas que criam uma condição cármica na sua estrutura psíquica e emocional.

Quando a pessoa acredita em determinada encarnação, ela assume o carma completo desse contexto encarnacional, seja ele bom ou ruim. Muitas pessoas que buscaram, através de oráculos ou regressões a vidas passadas e acessaram esses hologramas ou até mesmo a realidade, acabaram ancorando definitivamente em suas vidas presentes os registros cármicos e dármicos dessas encarnações.

A questão é que, na maior parte, essas encarnações não são reais, mas implantes de memória para prender as pessoas na realidade terrestre encarnacional. Isso insere uma gama de obrigações e de carma que essa realidade sustentou no passado, se conecta diretamente ao subconsciente dessas pessoas e passa a ser ativo na sua vida presente, o que inclui obsessores, doenças, ou também aspectos positivos (o que nem sempre ocorre). Muitas pessoas, na sua ânsia interna de poder, vaidade ou mesmo curiosidade, buscam saber o que foram em vidas passadas, porém não existe uma garantia que as regressões estejam acessando um registro verdadeiro, assim como a vidência de uma pessoa, pois esses registros podem ser captados de um obsessor muito próximo a essa pessoa, um holograma.

Os implantes geram esse holograma, que entra na frequência psíquica da vidência dos médiuns com muita facilidade, fazendo com que enxerguem vidas ou situações que nunca existiram para essa pessoa; porém, quando você aceita isso como a sua verdade, toda a carga cármica que essa realidade gera fica atrelada permanentemente à sua energia, ampliando ainda mais a sua rede de obrigações na Terra com o umbral e os clones de controle.

As vidas passadas ou paralelas existem, porém a sua interação com a nossa realidade presente é muito relativa, pois as informações estão armazenadas no corpo causal, de forma a servirem de base para correção de eventuais desvios de personalidade e ações em relação ao reto viver e reto agir. Normalmente, voltamos a encarnar para ter experiências que nos ajudem a evoluir e a corrigir atitudes desarmônicas em nossa jornada.

As programações dos dogmas aos quais somos submetidos desde o momento em que nascemos são mecanismos que nos mantêm presos a situações repetitivas de sofrimento. O correto seria que as nossas vidas passadas fossem um livro aberto para todos nós, para que aprendêssemos a viver mais harmônicos e a entender o nosso carma de forma a superar os obstáculos, mas isso não ocorre, pois estamos dentro de uma prisão holográfica de sofrimento, onde a nossa divindade foi-nos removida pelas crenças aceitas.

Normalmente, uma vida passada REAL ativa memórias muito fortes nas reações emocionais e endócrinas, gera o processo de bilocação que é você se transportar de uma realidade para a outra de forma automática e voltar a perceber os ensinamentos que devem ser corrigidos na vida atual. Esse processo é muito interessante e normalmente não ocorre com os hologramas, que são apenas informações muito sutis, como se você estivesse vendo um filme em câmera lenta ou até mesmo em tempo real, mas esse filme não gera sensações e nem experiências reais, com as quais você sente detalhadamente; fica mais como uma memória reprimida na mente. Diferenciá-las é bem difícil, pois requer muita serenidade e meditação para poder discernir o que é real e o que é holograma.

Os nossos guias pessoais, que na maior parte das vezes são entidades relacionadas à nossa linha familiar de vidas passadas, estão presentes no pano astral, motivo pelo qual às vezes é muito mais fácil um vidente captar a energia desse amparador e acreditar que é a nossa vida passada, pois, como amparador, o seu campo eletromagnético está muito presente em volta do nosso campo áurico. Esse processo é bastante comum e gera confusão quando se busca definir uma vida passada de um indivíduo, através de mediunidade ou dos oráculos convencionais.

Todos nós carregamos a memória celular de vidas passadas em nosso inconsciente de forma a manter uma codificação a ser corrigida à medida que despertamos para novos parâmetros de vida e de conduta. Quando um holograma é acoplado, essa memória passa a determinar um mecanismo concentrado de sofrimento e de repetição dos miasmas de forma intermitente na vida das pessoas, criando os mecanismos que as obrigam a reencarnar, seguindo os mesmos ciclos negativos do passado.

A nossa memória não consegue definir o que é real e o que é um holograma, pois ela pode ser enganada através de informações subliminares. Atualmente, nas pesquisas mais modernas já se fala na condição de penetrar nos sonhos de uma pessoa e inserir ou extrair memórias da mesma. Isso é um exemplo do que já se pesquisa e tem sido ventilado para a mídia, nos patamares mais internos das pesquisas com o poder da mente.

Fonte: Portal Shtareer – rodrigoromo.com.br

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Entenda o que são formas-pensamento e como elas afetam o seu dia a dia

Quando estudamos o poder da mente, temos que entender o fluxo mental como uma propagação de ondas e partículas, baseando-nos no conceito moderno da Teoria Quântica. Já se sabe que o cérebro humano produz energia e tal energia é dividida em comprimento de ondas, gerando uma massa em conformidade com a onda gerada.
Portanto, quando produzimos um pensamento, estamos criando energia e gerando um campo eletromagnético que produz uma corrente elétrica, que pode ser medida por equipamentos existentes. Sabemos dessa forma que o cérebro humano produz energia que se propaga pelo Universo, da mesma maneira que as estrelas e os planetas geram energia que analisamos como radiação de fundo espectral.
O ser humano é um gerador de energia. Cada pessoa cria a sua própria energia a partir do padrão de onda cerebral que produz constantemente. Normalmente denominamos isso de POC (Padrão de Onda Cerebral), com o qual o campo eletromagnético do corpo físico e dos corpos sutis fica impregnado. Portanto, toda pessoa gera ao seu redor um fluxo de ondas e partículas baseado no que pensa e produz emocionalmente. A isso denominamos de forma-pensamento.
Toda forma-pensamento gera um campo de programação ao redor das pessoas, o que a identifica com um padrão energético que a coloca em sintonia com o Universo. Se esse padrão for positivo, essa pessoa irá atrair aspectos positivos e benéficos para a sua vida, mas se o padrão for negativo, atrairá igualmente esse tipo de energia.
As pessoas que possuem maior quantidade de formas-pensamento benéficas ao redor de si, apresentam, consequentemente, maior descontração e menores aspectos de doenças e interferência negativa em sua vida, gerando um campo de atração para aspectos benignos na média de sua caminhada pela realidade terrestre. Já as que possuem um gradiente maior de formas-pensamento desequilibradas (negativas), apresentam características marcantes de interferência externa, provenientes da inveja e de outras energias que elas absorvem do meio externo, acarretando uma vida mais sofrida e com aspectos de mal-estar físico e emocional maiores.

Fonte: Portal Shtareer – rodrigoromo.com.br

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